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Associação de Pais de Crianças com Colostomia
Os estomas intestinais alteram a fisiologia gastrintestinal, a auto-estima e imagem corporal, causando mudanças na vida laborativa, familiar, social e afetiva do ostomizado. Os estomas intestinais afetam também a vida sexual do ostomizado. Nosso estudo constou de uma entrevista a 59 indivíduos que freqüentaram reuniões no núcleo dos ostomizados de Juiz de Fora _ MG, durante os meses de outubro e novembro de 2003. O questionário foi elaborado por uma equipe multidisciplinar, que incluiu médico coloproctologista, enfermeiro estomaterapeuta, psicólogo e assistente social. O objetivo do presente estudo foi conhecer os diferentes aspectos da vida do ostomizado, avaliar a aceitação do estoma pelo paciente e o seu posicionamento frente à aquisição deste, e, ainda, avaliar o retorno do paciente às atividades pessoais, sociais e laborativas após a cirurgia. Concluímos que uma abordagem multidisciplinar oferece benefícios ao paciente, facilitando sua reabilitação, através da aceitação e adaptação à nova imagem corporal, e também favorecendo o auto-cuidado
Por: Raimundo Nonato Bechara, Marcelo Salomão Bechara, Cristiane de Souza Bechara, Henrique Coelho Queiroz, Rafaela Braga de Oliveira, Rafael Souza Mota, Laura de Souza Bechara Secchin, Alfeu Gomes de Oliveira Júnior
Associação de Pais de Crianças com Colostomia
O objetivo deste artigo é discutir as mudanças significativas que ocorrem no interior da organização das famílias em função do cuidado da criança dependente de tecnologia (CDT). Realizamos um estudo com abordagem qualitativa, utilizando, como instrumento para coleta de dados, a entrevista semi-estruturada. Os sujeitos da pesquisa foram quatro famílias de CDTs. Delineamos quatro dimensões da mudança familiar:emocional, social, financeira e impacto nas atividades rotineiras. Verificamos que acontecem mudanças no interior das famílias que cuidam de uma CDT. Estas mudanças se apresentam de forma multidimensional. A complexidade do estado de saúde-doença associado à dependência tecnológica é um desafio para as organizações dos serviços e para a abordagem dos profissionais da área hospitalar. Torna-se necessário repensar o modo de atender centrado na doença e incluir a família no processo terapêutico. O estudo aponta a relevância de desenvolvermos modelos de cuidado centrado nas famílias aplicáveis ao cotidiano hospitalar.
Por: Noélia Silva Ladislau Leite Sueli Rezende Cunha

www.portalbvsenf.eerp.usp.br/pdf/ean/v11n1/v11n1a13.pdf
Associação de Pais de Crianças com Colostomia
Este artigo tende analisar a qualidade de vida de crianças ostomizadas
em sua ótica e na de suas mães; comparar os escores de qualidade de
vida (QV) obtidos em ambos grupos (crianças e mães), e verificar as
associações entre os escores de qualidade de vida e as características
sociodemográficas e clínicas das crianças.
Por: Simone G. Barreire, Olcinei A. Oliveira, Wilma Kazama,
Miako Kimura, Vera L.C.G. Santos

www.scielo.br/pdf/jped/v79n1/v79n1a10.pdf
Associação de Pais de Crianças com Colostomia
Este trabalho tem como objetivo relatar a experiência e atuação de uma estagiária do 6º ano de Psicologia na enfermaria pediátrica, em atendimento específico a uma criança com o ânus imperfurado e presença de colostomia, sendo necessário processo cirúrgico para fechá-la. Destaca também a importância do vínculo mãe-bebê no processo de hospitalização e da escuta terapêutica das angústias frente a situação. Foi realizada análise da entrevista de anamnese feita com a mãe do paciente durante os atendimentos, observação dos vínculos transferências com a equipe e feita associação à teoria psicanalítica.
Por : Priscila Callegari
http://www.fundamentalpsychopathology.org/anais2006/6.8.1.htm
Associação de Pais de Crianças com Colostomia
Este artigo tem como objetivo dar uma visão geral dos estudos existentes acerca do processo de viver da pessoa ostomizada. Para tal, foi efetuada uma revisão de literatura que deu especial enfoque às alterações fisiológicas, psico-emocionais e sociais que ocorrem após a intervenção, em relação às quais, é essencial que a pessoa se re-estruture, no sentido de manter sua integridade. O suporte familiar e o atendimento profissional personalizado são indispensáveis na adaptação da pessoa à sua nova condição
Por: Ana Filipa Marques Vieira Cascais; Jussara Gue Martini; Paulo Jorge dos Santos Almeida

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072007000100021&lng=pt&nrm=iso